segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Para que a Terra não esqueça

 


Sigismond Kolos-Vary



UMA VISÃO SOBRE O ISLÃO

 

 “Que terríveis são as maldições que o islamismo coloca sobre os seus devotos!

  Além do frenesim fanático, que é tão perigoso num homem como a hidrofobia num cão, cria-se uma apatia fatalista pelo medo. Os efeitos são evidentes em muitos países: hábitos imprevisíveis e desleixados, inexistência de sistemas fiáveis na agricultura, métodos de comércio lentos e aparece a insegurança da propriedade sempre que os seguidores do Profeta são instalados ou ali vivem.

  O sensualismo degradado priva as suas vidas de graça e de requinte, na distância da sua dignidade e santidade.

  O facto de, em direito maometano, cada mulher dever pertencer a um homem como sua propriedade absoluta seja como criança, esposa ou concubina, atrasa o desaparecimento da escravidão de fé do Islão, deixando este de constituir um grande poder no relacionamento humano.

  Os islamitas, individualmente, podem mostrar qualidades pessoais excelentes, mas a influência massiva da religião paralisa o desenvolvimento social dos seus  seguidores.

  Não existe no mundo nenhuma força retrógrada mais poderosa.

  Longe de estar em retrocesso, o islamismo é uma fé militante e proselitista. Já se espalhou por toda a África Central, criando combatentes temerários e determinados e se o cristianismo não tiver cuidado, pensando que está protegido pelo avanço que possui mediante a ciência e a tecnologia - ciência contra a qual eles lutaram sem que a tenham afastado - a civilização da Europa moderna pode tombar, tal como tombou a civilização da antiga Roma.”

 

(Sir Winston Churchill: “O rio da guerra”,

Vol. II, páginas 248 na primeira edição - Londres)

 

 *

                                  

   Um homem, cuja família era da aristocracia alemã antes da II Guerra Mundial, era dono de um grande número de indústrias e propriedades. Quando questionado sobre quantos alemães eram nazis verdadeiros, a resposta que ele deu pode orientar a nossa atitude em relação ao fanatismo islâmico.

 

   "Muito poucas pessoas eram nazis verdadeiros", disse ele, "mas muitos apreciavam o retorno do orgulho alemão, e muitos mais estavam ocupados demais para se importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazis eram um bando de tolos. Assim, a maioria apenas se sentou e deixou tudo acontecer. Então, antes que soubéssemos, pertencíamos-lhes; tínhamos perdido o controle, e o fim do mundo havia chegado. A minha família perdeu tudo. Eu acabei num campo de concentração e os aliados destruíram as minhas fábricas".

 

   Somos repetidamente informados por "especialistas" e "cabeças falantes" que o Islão é a religião de paz e que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Embora esta afirmação não qualificada possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. Não tem sentido, tem a intenção de nos fazer sentir melhor, e destina-se a diminuir de alguma forma o espectro de fanáticos furiosos em todo o mundo em nome do Islão.
   O facto é que os fanáticos governam o Islão neste momento da história. São os fanáticos que marcham. São os fanáticos que travam qualquer uma das 50 guerras de tiro em todo o mundo. São os fanáticos que sistematicamente abatem grupos cristãos ou tribais por toda a África e estão a tomar gradualmente todo o continente numa onda islâmica. São os fanáticos que bombardeiam, degolam, assassinam, ou matam em nome da honra. São os fanáticos que assumem mesquita após mesquita. São os fanáticos que zelosamente espalham
 o apedrejamento e enforcamento de vítimas de estupro e homossexuais. São os fanáticos que ensinam os seus filhos a matarem e a tornarem-se homens-bomba.

   O facto duro e quantificável é que a maioria pacífica, a "maioria silenciosa", é e está intimidada e alheia.

   A Rússia comunista foi composta por russos que só queriam viver em paz, mas os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante. A enorme população da China também foi pacífica, mas os comunistas chineses conseguiram matar uns estonteantes 70 milhões de pessoas.

   O indivíduo médio japonês antes da II Guerra Mundial não era um belicista sadista...  

   No entanto, o Japão assassinou e chacinou no seu caminho por todo o Sudeste Asiático numa orgia de morte, que incluiu o assassinato sistemático de 12 milhões de civis chineses, mortos pela espada, pá e baioneta. E quem pode esquecer o Ruanda, que desabou numa carnificina? Não poderia ser dito que a maioria dos ruandeses eram "amantes da paz"?

   As lições da História são muitas vezes incrivelmente simples e contundentes, ainda que para todos os nossos poderes da razão, muitas vezes falte o mais básico e simples dos pontos: os muçulmanos pacíficos tornaram-se irrelevantes pelo seu silêncio.    

   Muçulmanos amantes da paz tornar-se-ão nossos inimigos se não falarem, porque como o meu amigo da Alemanha, vão despertar um dia e descobrir que são propriedade dos fanáticos, e que o final do seu mundo terá começado.

   Amantes da paz alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinianos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos outros morreram porque a maioria pacífica não falou até que fosse tarde demais.
   Agora, orações islâmicas foram introduzidas em Toronto e outras escolas públicas no Ontário e, sim, em Ottawa também, enquanto a oração do Senhor foi removida (devido a ser tão ofensiva?). A maneira islâmica pode ser pacífica de momento no nosso país, até os fanáticos se mudarem para cá.

   Na Austrália e, de facto, em muitos países ao redor do mundo, muitos dos alimentos mais comumente consumidos têm o emblema halal (o que é permitido por Alá) sobre eles. Basta olhar para a parte de trás de algumas das barras de chocolate mais populares, e em outros alimentos no seu supermercado local. Alimentos em aeronaves têm o emblema halal, apenas para apaziguar uma minoria privilegiada, que agora se está a expandir rapidamente dentro das margens da nação.

      No Reino Unido, as comunidades muçulmanas recusam-se a integrar-se e agora há dezenas de zonas "no-go" dentro de grandes cidades de todo o país em que a força policial não ousa intrometer-se. A Lei Sharia prevalece lá, porque a comunidade muçulmana naquelas áreas se recusa a reconhecer a lei britânica.

   Quanto a nós que assistimos a tudo isto, devemos prestar atenção para o único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam o nosso modo de vida.

  

Ronald MacKenzie

 

Tradução de Aloísio Alecrim


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