Sigismond Kolos-Vary
UMA VISÃO SOBRE O ISLÃO
“Que terríveis são as maldições que o
islamismo coloca sobre os seus devotos!
Além do frenesim fanático, que é tão perigoso
num homem como a hidrofobia num cão, cria-se uma apatia fatalista pelo medo. Os
efeitos são evidentes em muitos países: hábitos imprevisíveis e desleixados,
inexistência de sistemas fiáveis na agricultura, métodos de comércio lentos e
aparece a insegurança da propriedade sempre que os seguidores do Profeta são
instalados ou ali vivem.
O sensualismo degradado priva as suas vidas
de graça e de requinte, na distância da sua dignidade e santidade.
O facto de, em direito maometano, cada mulher
dever pertencer a um homem como sua propriedade absoluta seja como criança,
esposa ou concubina, atrasa o desaparecimento da escravidão de fé do Islão,
deixando este de constituir um grande poder no relacionamento humano.
Os islamitas,
individualmente, podem mostrar qualidades pessoais excelentes, mas a influência
massiva da religião paralisa o desenvolvimento social dos seus seguidores.
Não existe no mundo nenhuma força
retrógrada mais poderosa.
Longe de estar em retrocesso, o islamismo é
uma fé militante e proselitista. Já se espalhou por toda a África Central,
criando combatentes temerários e determinados e se o cristianismo não tiver
cuidado, pensando que está protegido pelo avanço que possui mediante a ciência
e a tecnologia - ciência contra a qual eles lutaram sem que a tenham afastado -
a civilização da Europa moderna pode tombar, tal como tombou a civilização da
antiga Roma.”
(Sir Winston Churchill: “O rio da guerra”,
Vol. II, páginas 248 na
primeira edição - Londres)
*
Um homem, cuja família era da aristocracia alemã antes da II Guerra
Mundial, era dono de um grande número de indústrias e propriedades. Quando
questionado sobre quantos alemães eram nazis verdadeiros, a resposta que ele
deu pode orientar a nossa atitude em relação ao fanatismo islâmico.
"Muito poucas
pessoas eram nazis verdadeiros", disse ele, "mas muitos apreciavam o
retorno do orgulho alemão, e muitos mais estavam ocupados demais para se
importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazis eram um bando de
tolos. Assim, a maioria apenas se sentou e deixou tudo acontecer. Então, antes
que soubéssemos, pertencíamos-lhes; tínhamos perdido o controle, e o fim do
mundo havia chegado. A minha família perdeu tudo. Eu acabei num campo de
concentração e os aliados destruíram as minhas fábricas".
Somos repetidamente informados por "especialistas" e
"cabeças falantes" que o Islão é a religião de paz e que a grande
maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Embora esta afirmação não
qualificada possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. Não tem
sentido, tem a intenção de nos fazer sentir melhor, e destina-se a diminuir de
alguma forma o espectro de fanáticos furiosos em todo o mundo em nome do Islão.
O facto é que os fanáticos governam o
Islão neste momento da história. São os fanáticos que marcham. São os fanáticos
que travam qualquer uma das 50 guerras de tiro em todo o mundo. São os
fanáticos que sistematicamente abatem grupos cristãos ou tribais por toda a
África e estão a tomar gradualmente todo o continente numa onda islâmica. São
os fanáticos que bombardeiam, degolam, assassinam, ou matam em nome da honra. São
os fanáticos que assumem mesquita após mesquita. São os fanáticos que
zelosamente espalham o
apedrejamento e enforcamento de vítimas de estupro e homossexuais. São os
fanáticos que ensinam os seus filhos a matarem e a tornarem-se homens-bomba.
O facto duro e quantificável é que a maioria pacífica, a "maioria
silenciosa", é e está intimidada e alheia.
A Rússia comunista foi composta por russos que só queriam viver em paz,
mas os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de cerca de 20 milhões
de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante. A enorme população da China
também foi pacífica, mas os comunistas chineses conseguiram matar uns estonteantes
70 milhões de pessoas.
O indivíduo médio japonês antes da II Guerra Mundial não era um belicista
sadista...
No entanto, o Japão assassinou e chacinou no seu caminho por todo o
Sudeste Asiático numa orgia de morte, que incluiu o assassinato sistemático de
12 milhões de civis chineses, mortos pela espada, pá e baioneta. E quem pode
esquecer o Ruanda, que desabou numa carnificina? Não poderia ser dito que a
maioria dos ruandeses eram "amantes da paz"?
As lições da História são muitas vezes incrivelmente simples e
contundentes, ainda que para todos os nossos poderes da razão, muitas vezes
falte o mais básico e simples dos pontos: os muçulmanos pacíficos tornaram-se
irrelevantes pelo seu silêncio.
Muçulmanos amantes da paz tornar-se-ão nossos inimigos se não falarem,
porque como o meu amigo da Alemanha, vão despertar um dia e descobrir que são
propriedade dos fanáticos, e que o final do seu mundo terá começado.
Amantes da paz alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios,
afegãos, iraquianos, palestinianos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos
outros morreram porque a maioria pacífica não falou até que fosse tarde demais.
Agora, orações islâmicas foram
introduzidas em Toronto e outras escolas públicas no Ontário e, sim, em Ottawa
também, enquanto a oração do Senhor foi removida (devido a ser tão ofensiva?). A
maneira islâmica pode ser pacífica de momento no nosso país, até os fanáticos
se mudarem para cá.
Na Austrália e, de facto, em muitos países ao redor do mundo, muitos dos
alimentos mais comumente consumidos têm o emblema halal (o que é permitido por
Alá) sobre eles. Basta olhar para a parte de trás de algumas das barras de
chocolate mais populares, e em outros alimentos no seu supermercado local.
Alimentos em aeronaves têm o emblema halal, apenas para apaziguar uma minoria
privilegiada, que agora se está a expandir rapidamente dentro das margens da
nação.
No Reino Unido, as comunidades
muçulmanas recusam-se a integrar-se e agora há dezenas de zonas
"no-go" dentro de grandes cidades de todo o país em que a força
policial não ousa intrometer-se. A Lei Sharia prevalece lá, porque a comunidade
muçulmana naquelas áreas se recusa a reconhecer a lei britânica.
Quanto a nós que assistimos a tudo isto, devemos prestar atenção para o
único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam o nosso modo de vida.
Ronald MacKenzie
Tradução de Aloísio Alecrim

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