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segunda-feira, 24 de abril de 2023

Para que a Terra não esqueça

 

EM 25 DE ABRIL CONVIRÁ LEMBRAR





Wokismo: a doença mental que destrói o Ocidente

 

No meio desta loucura medonha, há piadas que já não se podem contar. Há roupas que já não se podem vestir. Há livros que já não se podem ler. Há palavras que já não se podem usar.

(Dos jornais)

 

   O Wokismo é como uma praga que destrói tudo por onde passa. É preciso colocar barreiras ao seu avanço.

Carminda Damião

 

   O wokismo é a revolução perpétua defendida por alguns teóricos críticos para quem de critica em critica se arranca a erva daninha que automaticamente mostra o Jardim. Nada têm para oferecer para além disso. Não têm ideias, não têm planos, apenas critica constante em nome dos historicamente oprimidos. Tudo é racismo, tudo é homofobia, tudo é sexismo, tudo é culpa de alguma estrutura e todas elas foram construídas pelo Ocidente.

Ark Nabul

 

  O wokismo inscreve-se num vasto arsenal ideológico designado por socialismo com que a China vai “dissolvendo” o Ocidente para o conquistar económica, política e militarmente. 

Paulo Morisson


   Confesso que esta moda no meio que frequento provoca o efeito contrário; cada vez mais fazemos questão de dizer e usar as palavras que nos apetecem. Deve ser da idade mas estamo-nos a borrifar. Gordo, feio, medonho, preto, chinoca, mulher, homem, maricas ou mariquinhas(com o signo da minha infância que era medroso), idiota, tacanho, piroso, etc. Quanto à história pátria não estamos também em idade de reaprender. Por tanto, fica como está. As coleções de livros (Christie, Blyton, etc) está aqui guardada para os netos. E, tendo educado os meus filhos com um grande apreço pela liberdade, bom senso e conhecimento, espero que façam o mesmo aos filhos deles. Porque não somos carneiros nem andamos em rebanho. E porque a doença só se apanha se nos pusermos a jeito. Quando votarem, votem em consciência. E escolham quem os represente. Simples, simples.

Maria Clotilde Osório

terça-feira, 24 de maio de 2022

ANTE-PROPÓSITO

 

Será Putin um agente da influência norte-americana? 


Não me arrisco a prever como terminará a invasão sangrenta da Ucrânia mas, para já, concluo que o ditador do Kremlin está a fazer o jogo dos “inimigos” da Rússia, cometendo crimes uns atrás dos outros.

Com a Rússia a afundar-se militarmente cada vez mais na Ucrânia e com lentos e custosos avanços no terreno, o país enfraquece e sofre um retrocesso económico, social e civilizacional cuja reversão poderá levar gerações. A desintegração da Federação Russa é um cenário cada vez mais realista e todos sabem – ou melhor, todos os que querem saber – o nome do seu coveiro: Vladimir Putin.

(Dos jornais)


   António Costa é dos políticos europeus mais empenhados em salvar a face de Putin, promovendo concessões territoriais e atrasando a integração da Ucrânia na UE, o que faz todo o sentido se olharmos para quem foram os aliados naturais na construção da geringonça que levou Costa a primeiro-ministro após uma derrota eleitoral, o PCP e o BE. Costa considera o PCP não só democrático como até um seu aliado preferencial.   Agora que as máscaras caíram, convém disfarçar e fazer périplos pseudo-pró-europeus mas que são acima de tudo socialistas e anti-liberais.

Paulo Morisson


Aos confrades, amigos, adeptos e simpatizantes

     Devido a um problema informático de última hora, não nos será possível fazer a postagem desta semana.    Esperando resolvê-lo em breve,...