JÁ
NÃO HÁ PACIÊNCIA PARA OS JOGOS DE MARCELO
Portugal
é um país onde os cidadãos são tratados como crianças, onde ninguém responde ao
essencial e onde o Presidente da República, em vez de meter ordem nisto,
investe em intrigas e jogos políticos.
(Dos jornais)
Mas estavam à espera de quê? Que este
notório malabarista, o famigerado “Maquiavel à moda do Minho”, como que num
passe de mágica passasse a ser um estadista em vez de ser um entertainer caricatural?
Inteligente sim, mas um manobrador com uma ética de fugir. Quando o cansaço
abrir os olhos aos portugueses, vai sair não odiado mas desprezado. Os senhores
deste género é isso que merecem.
António
Moreira
De
facto, Marcelo continua a ser um comentador, tal como, aliás, Marques Mendes
continua a ser um político. E ambos fingem ser outra coisa, querendo fazer de
nós parvos. Que somos. Pois só um povo parvo poderia ter como principais
figuras políticas o Habilidoso e Marcelo, que não são mais do que jogadores
exímios de política rasteira e que fazem de Portugal o seu tabuleiro de jogo e
dos portugueses os seus peões.
Aparentemente, estes jogadores rasteiros continuam a ser os preferidos dos portugueses, numa atitude masoquista que é difícil de compreender. A hibernação da oposição será uma razão, claro. Mas não explica tudo. Sermos constantemente manipulados pela falta de valores, pela propaganda ilusória e pelo cinismo desta dupla pouco-sertaneja é sinal de que adormecemos e de que nos conformámos com a queda abrupta da qualidade da nossa democracia. É gente que vive numa impunidade total. Que sente que não precisa de prestar contas nem dar satisfações. Basta olhar para o insuportável Cabrita e o encobrimento do Habilidoso e de Marcelo, cuja magistratura de influência é uma ficção.
André
Ondine
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